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Eliane Bastos
Consultora de Marketing da Ello Consultores
Publisher no portal Feiras Industriais

A indústria audiovisual brasileira é uma das mais vibrantes da economia criativa. Com milhares de empresas ativas e um ecossistema que envolve produção, tecnologia, distribuição e inovação, o setor vem se consolidando como um importante gerador de valor econômico e cultural.
Recentemente, dois filmes nacionais reafirmaram essa força criativa e técnica: Ainda Estou Aqui e O Agente Secreto. Ambos foram elogiados pelo público, levaram milhares de espectadores aos cinemas e conquistaram reconhecimento internacional, com prêmios e indicações em festivais prestigiados como o Globo de Ouro e o Oscar.
? Fonte: Painel de Dados da Ancine – OCA
? Fonte: FGV – Economia Criativa no Brasil
? Fonte: Mapa do Ensino Superior – Semesp
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O setor audiovisual conta com eventos de negócios que conectam criadores, distribuidores, marcas, fornecedores e investidores. Abaixo, listamos os principais:
Maior evento da América Latina voltado à indústria cinematográfica, com foco em exibição, distribuição e tecnologia.
Encontro de criatividade e inovação com trilhas de audiovisual, música, tecnologia e negócios.
Principal evento de tecnologia e negócios de mídia e entretenimento da América Latina, promovido pela Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão.
Os filmes Ainda Estou Aqui e O Agente Secreto são exemplos recentes da excelência do audiovisual brasileiro. Com qualidade técnica reconhecida, roteiros potentes e direção sensível, essas obras:
Esses resultados reforçam o potencial do Brasil como polo criativo e competitivo no cenário global.
Com o crescimento do setor e o fortalecimento dos eventos de negócios, há espaço para:
O audiovisual brasileiro é um setor estratégico, com alto potencial de inovação, geração de empregos e impacto econômico. Para fornecedores, expositores e profissionais de marketing B2B, acompanhar esse mercado é uma oportunidade concreta de gerar valor, conexões e novos negócios.
O Portal Feiras Industriais seguirá acompanhando de perto os eventos e tendências do setor. Se você atua nesse ecossistema e deseja divulgar sua marca, entre em contato para conhecer nossos pacotes de visibilidade.
Eliane Bastos
Editora do portal Feiras Industriais
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Da Amazônia aos conselhos, olhares femininos mostram como humanidade, estratégia e coerência se tornaram centrais para o futuro dos negócios
A COP30, realizada em Belém, colocou o Brasil e a Amazônia no centro da agenda climática global. Além das negociações diplomáticas e anúncios de financiamento, a conferência revelou dimensões humanas, estratégicas e éticas que ajudam a compreender os desafios reais da transição climática.
A partir da vivência direta de três conselheiras associadas ao Capitalismo Consciente Brasil, que estiveram presentes no evento — e da leitura institucional de sua CEO, Daniela Garcia, emerge um retrato que vai além dos acordos formais e aponta para o papel decisivo das empresas no cenário que se desenha.
Para Vania Bueno, Fundadora da VB Comunicação na Governança e conselheira do Capitalismo Consciente Brasil, a COP não pode ser reduzida a relatórios e metas. A experiência de circular pelos pavilhões e corredores do evento evidenciou algo mais profundo: “A COP é frequentemente associada a metas e discursos oficiais, mas, para quem vive o evento, ela se revela antes de tudo como um encontro humano. Não existe agenda climática sem humanidade”, explica.
Essa dimensão humana, reforçada pela realização da conferência no coração da Amazônia, trouxe também reflexões sobre propósito e coerência. Ligia Camargo, Fundadora de Sustentabilidade na The Heineken Company e conselheira associada, destaca que a COP funcionou como um espelho dos dilemas enfrentados por organizações que se dizem sustentáveis: “Vivenciar a COP30 foi perceber, em escala global, o mesmo desafio que vemos nas empresas: alinhar propósito declarado com decisões concretas, especialmente quando elas exigem escolhas difíceis”, afirma.
Se por um lado Belém simbolizou propósito, por outro deixou claro que a transição climática entrou definitivamente na fase da implementação. Para Tarcila Ursini, conselheira associada, a conferência marcou uma virada no papel do setor privado: “A pergunta deixou de ser ‘o que fazer’ e passou a ser ‘como fazer acontecer, na velocidade e escala necessárias’. A transição climática vai acontecer ou fracassar dentro da economia real”, ressalta.
Esse novo estágio traz consequências diretas para conselhos, lideranças e estratégias de negócio. Segundo Daniela Garcia, CEO do Capitalismo Consciente Brasil, a COP30 reforçou que clima e natureza deixaram de ser temas periféricos. “A agenda climática não pode mais ser tratada como reputacional ou acessória. Ela é estratégica e precisa estar no centro das decisões empresariais”.
A pluralidade de vozes presentes em Belém, povos indígenas, sociedade civil, empresas, governos e cientistas, também evidenciou avanços importantes, mas não sem limites. Ligia observa que a inclusão ainda precisa evoluir para influência real. “Orientação para stakeholders não pode ser apenas presença simbólica. Ela só se concretiza quando comunidades, territórios e populações vulneráveis têm poder efetivo de decisão”.
Nesse contexto, a responsabilidade individual ganha centralidade. Para Vania, reconhecer as pessoas por trás das siglas muda a forma como a agenda climática é vivida: “Quando lembramos que por trás de cada meta existem pessoas, territórios e histórias reais, a responsabilidade deixa de ser abstrata e passa a ser pessoal”.
Diante das lacunas deixadas pelo consenso multilateral, a COP30 reforçou que a implementação da transição acontecerá principalmente fora das salas de negociação. “Clima e natureza passaram a ser temas fiduciários. Ignorá-los compromete competitividade, acesso a capital e longevidade dos negócios”, destaca Tarcila Ursini.
Na avaliação institucional do Capitalismo Consciente Brasil, o aprendizado de Belém é claro. “Empresas que desejam prosperar no longo prazo precisarão incorporar propósito, ética e regeneração como parte do modelo de negócio — não como discurso, mas como prática cotidiana”, conclui Daniela Garcia.
A vivência da COP30 mostrou que a transição climática exige mais do que compromissos formais: demanda coerência entre intenção e ação, liderança consciente e corresponsabilidade entre governos, empresas e sociedade. Para além dos acordos, o futuro será moldado por quem conseguir transformar discurso em prática.
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Sobre o Capitalismo Consciente Brasil
O Capitalismo Consciente Brasil é uma organização dedicada à promoção de conceitos e práticas relacionados ao Capitalismo Consciente. Com uma década de história e liderança visionária, a entidade tem desempenhado um papel crucial na transformação cultural das empresas, incentivando lideranças conscientes pela construção de um legado para as próximas gerações. Atualmente, o CCB conta com 100 empresas associadas, englobando um ecossistema de mais de 8 mil pessoas engajadas pelo conceito, 70 A.Gentes Conscientes atuando como multiplicadores em todo o Brasil, além de 8 conselheiros consultivos. Por meio de uma abordagem inclusiva e colaborativa, o CCB reúne empresas, líderes e parceiros em um ecossistema dinâmico, focado em educação e disseminação do conhecimento em áreas essenciais para negócios socialmente responsáveis e alinhados à sustentabilidade. Sua missão é inspirar e capacitar as organizações a se tornarem agentes de mudança positiva, acreditando no poder transformador da consciência empresarial.
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Participação destaca o Sofero™ Fall com tecnologia disruptiva para controle da Spodoptera frugiperda e avanços em agricultura digital
Entre 14 e 16 de janeiro, a FMC, empresa global de ciências para a agricultura, confirma sua participação mais uma vez no DINETEC – Dia de Negócios e Tecnologias, o primeiro grande evento do agronegócio no calendário brasileiro, reconhecido por reunir produtores, especialistas e as principais soluções tecnológicas para o campo em Canarana (MT).
Neste ano, a FMC apresenta uma estratégia robusta focada nos segmentos de soja e milho, levando ao campo um portfólio que combina alta performance, inovação e confiabilidade. Entre as soluções em destaque estarão o fungicida Onsuva®, os herbicidas pré-emergentes Reator®, Stone®, o inseticida Premio® Star e biofungicida Provilar®. “Demonstrações em campo apresentarão, na prática, a performance dessas tecnologias nas culturas, reforçando o posicionamento da FMC como empresa comprometida em entregar soluções completas e orientadas para resultados”, destaca Francielly Queiroz de Souza, Desenvolvedora de Mercado da FMC na região.
Outro ponto de destaque será o espaço para os produtores conhecerem o Sofero™ Fall, uma solução disruptiva baseada em um feromônio específico para o controle da Spodoptera frugiperda. A solução representa uma nova era no manejo de pragas, oferecendo um controle altamente seletivo, que não afeta os inimigos naturais e pode ser integrado a estratégias de Manejo Integrado de Pragas (MIP).
A fórmula exclusiva utiliza a tecnologia de microencapsulação patenteada da FMC que prolonga a eficácia, otimizando o desempenho e proporcionando aos produtores uma proteção mais duradoura. Na última safra, a FMC mapeou mais de 40 áreas demonstrativas em Mato Grosso, Bahia, Minas Gerais e Goiás. Em todas essas regiões, o Sofero™ Fall, associado ao manejo já adotado pelo agricultor, melhorou a metodologia de controle e maximizou a produtividade com ganhos incrementais de 5 a 25 sacas por hectare.
Os visitantes também poderão conferir os diferenciais da plataforma de agricultura digital da FMC, o Arc™ farm intelligence, que utiliza dados em tempo real e algoritmos de aprendizado de máquina para gerar modelos preditivos sobre a pressão de pragas nas lavouras. A plataforma exibe mapas de calor regionais dinâmicos, ajudando a identificar áreas de maior risco de infestação, permitindo aos produtores agir de forma preventiva. Além disso, oferece a possibilidade de explorar dados históricos e filtrar informações por cultura e tipo de inseto, ajudando a antecipar surtos de pragas e a tomar decisões mais assertivas no manejo integrado.
“A FMC participa do evento desde as primeiras edições, fortalecendo ano após ano sua presença em uma das regiões agrícolas mais relevantes do país, reconhecida pelo alto nível técnico, grandes produtores e forte desenvolvimento agronômico”, diz Daniel Sene, representante técnico comercial da FMC.
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Sobre a FMC
A FMC Corporation é uma empresa global de ciências agrícolas dedicada a auxiliar produtores rurais na produção de alimentos, rações, fibras e combustíveis para uma população mundial em expansão, adaptando-se a um ambiente em constante mudança. As soluções inovadoras de proteção de cultivos da FMC – incluindo produtos biológicos, nutrição de cultivos, agricultura digital e de precisão – permitem que produtores e consultores agrícolas enfrentem seus maiores desafios econômicos, protegendo o meio ambiente. A FMC está comprometida em descobrir novos ingredientes ativos de herbicidas, inseticidas e fungicidas, formulações de produtos e tecnologias pioneiras que sejam consistentemente melhores para o planeta. Visite fmc.com para saber mais e siga-nos no LinkedIn®.
FMC e o logotipo da FMC, assim como Onsuva®, Reator®, Stone®, Premio® Star, Provilar®, Sofero™ Fall e Arc™ farm intelligence, são marcas comerciais da FMC Corporation ou afiliada. Produtos de uso agrícola. Consulte sempre um engenheiro agrônomo. Sempre leia o rótulo e siga todas as instruções, restrições e precauções de uso do produto.
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Empresa consolida calendário com eventos estratégicos para os setores têxtil e de confecção, promovendo negócios e inovação
O Febratex Group, maior promotora de feiras têxteis do Brasil, anuncia seu calendário oficial de eventos para 2026. Com uma trajetória consolidada e edições de sucesso, a empresa reforça seu compromisso em conectar marcas, fomentar a inovação e impulsionar negócios em segmentos estratégicos da economia nacional.
“Em 2026, seguimos com a missão de oferecer plataformas de excelência para o mercado, unindo tendências, tecnologia e oportunidades reais de negócios. Nossos eventos são pensados para inspirar profissionais, promover networking qualificado e apresentar soluções que vão moldar o futuro dos setores em que atuamos”, destaca Hélvio Jr., diretor de comunicação do Febratex Group.
Confira a agenda Febratex Group para 2026
Agreste Tex - 14 a 17 de abril | Caruaru (PE)
Um dos principais eventos do Nordeste dedicado ao setor têxtil e de confecção, a Agreste Tex reúne expositores de fios, tecidos, aviamentos, máquinas e insumos, com foco no fortalecimento da cadeia produtiva regional. A feira é reconhecida por gerar negócios e divulgar as potencialidades do polo de confecções do Agreste Pernambucano.
FebraTêxtil - 05 a 07 de maio | São Paulo (SP)
Realizada no principal centro econômico do país, a FebraTêxtil consolida-se como uma vitrine nacional das novidades em matérias-primas e tecnologia têxtil. A edição de 2026 contará com três dias intensos de exposições, rodadas de negócios e conteúdos voltados a tendências e inovação, atraindo visitantes de todo o Brasil e da América Latina.
Febratex - 18 a 21 de agosto | Blumenau (SC)
A maior feira da cadeia têxtil e de confecção das Américas retorna a Blumenau com demonstrações de maquinário de última geração, lançamentos de coleções e fóruns de discussão sobre design, produção e mercado. Serão quatro dias dedicados à geração de negócios, parcerias e insights sobre o futuro da indústria.
Na última edição, realizada em 2024, o evento recebeu cerca de 80 mil visitantes, reuniu 520 estandes e aproximadamente 2.700 marcas expositoras, gerando cerca de R$ 3,6 bilhões em negócios.
“Cada evento do nosso portfólio é pensado para entregar valor real a expositores e visitantes, criando ambientes propícios para fechar negócios, aprender e se conectar com o que há de mais relevante no mercado”, complementa Helvio Jr.
As feiras do Febratex Group em 2026 representam uma oportunidade estratégica para empresas ampliarem sua rede de contatos, explorarem inovações e se prepararem para os desafios e oportunidades de um mercado em constante transformação.
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Serviço:
Calendário Febratex Group 2026
Mais informações e credenciamento: www.febratexgroup.com.br
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Reconfiguração das rotas globais, avanço do protecionismo e novas exigências de compliance obrigam exportadores e importadores a rever estratégias já no início do ano
O recrudescimento das tarifas norte-americanas e europeias, aliado ao redesenho das principais rotas logísticas internacionais, coloca 2026 no centro de uma das maiores transações do comércio exterior desde a pandemia. A combinação de protecionismo, custos operacionais crescentes e novas barreiras regulatórias pressiona empresas brasileiras a anteciparem ajustes estruturais para continuar competitivas.
Segundo Thiago Oliveira, CEO da Saygo e especialista em operações internacionais, o movimento exige preparação imediata. “As empresas que entrarem em 2026 com a mesma lógica de operação de 2024 e 2025 vão perder margem e previsibilidade. A mudança de rota e de exigências não é tendência, é realidade”, destaca.
As projeções de consultorias de risco e comércio global apontam que Estados Unidos e União Europeia devem ampliar mecanismos de defesa comercial no início de 2026, enquanto Ásia e Oriente Médio reforçam acordos bilaterais para escoar produção e contornar tarifas cruzadas. O Brasil, que depende do fluxo com ambos os blocos, passa a operar em um ambiente mais rígido, no qual eficiência logística, compliance e gestão cambial se tornam fatores críticos.
Oliveira, que atua há mais de duas décadas no comércio exterior e lidera uma holding especializada em câmbio, tecnologia e operações internacionais, destaca que o impacto será sentido especialmente nas empresas que ainda operam com baixa previsibilidade. “Hoje, o erro custa caro. Em um cenário de tarifas adicionais, revisões contratuais e exigências mais técnicas, quem não trabalha com dados, automação e controle de riscos tende a ficar para trás.”
A reorganização das rotas marítimas, intensificada pelos conflitos na região do Mar Vermelho e por gargalos estruturais no Canal do Panamá, deve continuar pressionando fretes e prazos no próximo ano. Relatórios recentes de armadores globais indicam que desvios de rota aumentaram o tempo médio de trânsito em até 23% em 2024 e 2025, tendência que se mantém para 2026.
Essa instabilidade reforça a adoção de plataformas integradas de gestão e análise preditiva, essenciais para reduzir riscos de atraso e evitar multas contratuais. O especialista explica que a previsibilidade operacional se tornou diferencial competitivo. “As empresas que conseguem antecipar gargalos e simular cenários conseguem negociar melhor com fornecedores, ajustar contratos e proteger margem. Isso é impossível sem dados e automação.”
A ampliação das tarifas norte-americanas que já atingem setores como siderurgia, agroindústria e manufaturados deve provocar revisões de contratos, renegociações de preços e redirecionamento de operações para mercados alternativos. Tendências similares ocorrem na Europa, com bloqueios relacionados à rastreabilidade, sustentabilidade e governança.
A diversificação de destinos, já apontada por especialistas como caminho obrigatório, impulsiona a América do Norte (especialmente Canadá), Sudeste Asiático e Oriente Médio como destinos estratégicos para exportadores brasileiros. Empresas que dependem de um único mercado devem ampliar riscos caso não se reposicionem até o primeiro semestre de 2026.
A combinação de protecionismo e exigências ambientais faz com que a conformidade regulatória seja, pela primeira vez, um vetor tão importante quanto preço ou logística. Regras de origem, rastreamento de insumos e histórico fiscal passam a integrar critérios de acesso a mercados, especialmente na União Européia, movimento que tende a se expandir para outros blocos.
Thiago Oliveira reforça que esse ponto é subestimado por empresas de médio porte. “A maior parte das operações que travam não travam por tarifa, mas por documentação. Uma classificação fiscal errada ou um laudo incompleto pode custar o embarque inteiro. E isso deve se intensificar em 2026.”
Com a expectativa de volatilidade contínua do dólar em 2026, empresas terão de operar com mecanismos de hedge, contratos a termo e projeções integradas ao fluxo de caixa. O objetivo passa a ser estabilidade operacional, não apenas redução pontual de custos.
Especialistas defendem três movimentos imediatos para enfrentar 2026:
Oliveira sintetiza: “2026 será o ano em que sobreviverá quem se antecipar. Os movimentos globais estão claros. O desafio é tirar da gaveta o planejamento e transformar em execução.”
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Sobre a Saygo
A Saygo é uma holding brasileira especializada em comércio exterior, formada pela unificação da Proseftur Assessoria em Comércio Exterior e da Zebra Corretora de Câmbio. Com mais de 23 anos de experiência, a empresa oferece soluções integradas para importadores e exportadores, abrangendo assessoria em operações internacionais, serviços cambiais e desenvolvimento de tecnologias para otimização de processos globais. Seu compromisso é auxiliar empresas a ingressarem e expandirem suas atividades no mercado internacional, proporcionando estratégias inovadoras e suporte especializado.
Sobre Thiago Oliveira
Thiago iniciou sua trajetória empreendedora há mais de 20 anos. Com um Monza e dinheiro emprestado, fundou seu primeiro negócio em logística, que anos depois seria vendido por milhões de dólares. Tornou-se sócio da maior aceleradora de startups da América Latina, a ACE, e do maior Venture Capital da região, a Bossa Nova Investimentos.
Ao identificar os desafios enfrentados por importadores e exportadores no fechamento de câmbio, fundou a corretora de câmbio do grupo, inicialmente chamada Zebra e agora Saygo Câmbio, transformando o setor. Além de empreendedor, é mentor e conselheiro de diversas empresas e cofundador da Oliveira Foundation, ONG que já impactou mais de 100 mil crianças em países de língua portuguesa. Seu foco está em soluções cambiais, desenvolvimento tecnológico e estratégias para expansão internacional de empresas.
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