Redação

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Eliane Bastos
Consultora de Marketing da Ello Consultores
Publisher no portal Feiras Industriais

 
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Mastercard 2026

O Mastercard Economics Institute (MEI) divulgou seu Economic Outlook 2026, revelando como a aceleração das mudanças de políticas e a rápida adoção da inteligência artificial estão redefinindo o crescimento global em um cenário de crescente fragmentação.


Globalmente, o MEI espera que o crescimento do PIB real desacelere levemente para 3,1% em 2026, em comparação com uma estimativa de 3,2% em 2025. No campo da inflação, o MEI projeta uma desaceleração da inflação global para 3,4% em 2026, ante os 3,9% esperados para 2025.


O consumidor global continuará atento e estratégico, priorizando gastos orientados por tecnologia e focados em custo-benefício. O MEI espera que os consumidores deem preferência a ‘momentos significativos’, como viagens e eventos ao vivo, ao mesmo tempo em que permanecem sensíveis a preços em muitos bens essenciais.


“Os consumidores da América Latina estão demonstrando uma capacidade de adaptação notável à medida que avançamos para 2026, lidando com um crescimento mais moderado, mudanças no comportamento da inflação e cenários de políticas em constante evolução. Apesar dos desafios, mercados de trabalho resilientes e apoio fiscal direcionado mantêm o consumo em um ritmo sólido, especialmente à medida que as famílias reagem às mudanças nas taxas de juros e aos ventos contrários da economia global”, afirmou Gustavo Arruda, economista-chefe da Mastercard para a América Latina e o Caribe.


O relatório anual Economic Outlook destaca três grandes tendências a serem observadas em 2026: realinhamento do comércio global, adoção de IA e expansão fiscal, e pequenas empresas se adaptando às mudanças macroeconômicas:


Mudança nas relações comerciais:

Uma onda de anúncios de tarifas remodelou o comércio global. O MEI espera que essa reorganização continue a redefinir os fluxos comerciais, a dinâmica da inflação e os gastos do consumidor. Produtos da China continental estão impulsionando a desinflação em países que ampliaram importações do país, enquanto os Estados Unidos enfrentam pressões inflacionárias devido a alternativas de fornecimento mais caras. O MEI acredita que essas tendências persistirão em 2026 e poderão se intensificar.


Adoção acelerada de IA e expansão fiscal:

Empresas estão investindo fortemente em infraestrutura de IA, enquanto governos ampliam gastos estratégicos em defesa, iniciativas digitais e verdes. Essas tendências devem remodelar prioridades de investimento, dinâmicas inflacionárias e cadeias globais de suprimentos.


A transformação das PMEs:

Pequenas e médias empresas (PMEs) estão lidando com disrupções comerciais e pressões tarifárias. O MEI observa que as tarifas afetam de forma desproporcional as PMEs dos EUA em comparação às grandes empresas. Ainda assim, ferramentas digitais estão aumentando a resiliência, otimizando operações e viabilizando modelos online-first. A adoção mais ampla de tecnologia e a demanda por nichos posicionam PMEs ágeis e orientadas por tecnologia para competir de forma eficaz e capturar crescimento em serviços de alto valor globalmente.


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Destaques Regionais


Brasil


Desaceleração do crescimento do PIB e queda dos juros – O crescimento do PIB real do Brasil deve desacelerar para 1,5% em 2026, abaixo dos 2,2% em 2025 e dos 3,4% em 2024. Diante de um ritmo de crescimento mais fraco e de uma inflação melhor do que o esperado, é possível que o Banco Central reduza as taxas de juros ao longo de 2026. O MEI projeta que a taxa básica de política monetária encerre o ano em 12%.


Mercado de trabalho resiliente e transferências fiscais devem sustentar o consumo privado – O consumo privado real deve crescer 2,2% em 2026, superando o crescimento do PIB. O consumo tende a migrar modestamente para serviços, enquanto bens duráveis devem permanecer sensíveis às condições de financiamento.


O agronegócio se destaca – O agronegócio tem sido um ponto positivo e uma fonte de divergência regional. O MEI espera um crescimento consistente em polos agrícolas como o Centro-Oeste e partes do Sul e Sudeste. Já os ganhos devem ser mais modestos nas regiões urbanas, com maior concentração de serviços.


México


O MEI projeta uma recuperação modesta da economia mexicana em 2026, com crescimento do PIB estimado em 1,3%, acima da projeção de 0,2% para 2025. A Copa do Mundo da FIFA 2026 pode proporcionar um impulso temporário, porém relevante, ao consumo privado. No entanto, esse aumento também pode pressionar os preços. No cenário-base do MEI, a inflação deve atingir aproximadamente 3,8% ao final de 2026.


Argentina


Após uma recuperação em 2025, o MEI projeta crescimento do PIB de 3,5% em 2026 e inflação de 20% ao final do ano, com viés de baixa caso o processo de desinflação continue. O apetite por investimentos dependerá da execução das reformas no período pós-eleitoral. A demanda das famílias deve se normalizar após o forte avanço de 2025, apoiada pela melhora da confiança e pela flexibilização gradual das políticas.


Chile


O MEI projeta crescimento do PIB de 2,0% e inflação convergindo para 3,5%. Após os cortes de juros em 2025, o banco central deve manter cautela, equilibrando a desaceleração da inflação de bens básicos com a persistência da inflação de serviços. Novas políticas do governo serão acompanhadas de perto, enquanto a demanda segue como fator-chave para as exportações de metais e produtos florestais. O presidente e o Congresso tomam posse em março.


Colômbia


O MEI espera uma retomada para 2,8% de crescimento, inflação em 4,3% e taxa básica de 8,50%, em um cenário de flexibilização gradual. Como 2026 é um ano eleitoral, a incerteza fiscal e inflacionária pode aumentar. Os líderes podem reduzir a volatilidade ao demonstrar sinais claros de responsabilidade. O consumo privado continua sendo o principal motor de crescimento, embora os investimentos de capital possam ser adiados. O Congresso inicia suas atividades em julho, e a posse presidencial está prevista para agosto.


Peru


O MEI projeta crescimento do PIB de 2,8%, inflação em 2,2% e viés de queda nas taxas de juros. A eleição de abril pode introduzir volatilidade cambial e incerteza para os negócios, embora investimentos públicos direcionados e um pipeline robusto de mineração possam servir como amortecedores. As relações comerciais com a China continental representam uma faca de dois gumes para preços e volumes de metais. O presidente e o Congresso assumem seus cargos em julho.


Sobre a Mastercard

A Mastercard impulsiona economias e empodera pessoas em mais de 200 países e territórios ao redor do mundo. Junto com nossos clientes, estamos construindo uma economia sustentável em que todos possam prosperar. Oferecemos suporte a uma ampla gama de opções de pagamentos digitais, tornando as transações seguras, simples, inteligentes e acessíveis. Nossa tecnologia e inovação, parcerias e redes se combinam para entregar um conjunto único de produtos e serviços que ajudam pessoas, empresas e governos a alcançar seu maior potencial.


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Comércio Exterior 2026

Reconfiguração das rotas globais, avanço do protecionismo e novas exigências de compliance obrigam exportadores e importadores a rever estratégias já no início do ano

O recrudescimento das tarifas norte-americanas e europeias, aliado ao redesenho das principais rotas logísticas internacionais, coloca 2026 no centro de uma das maiores transações do comércio exterior desde a pandemia. A combinação de protecionismo, custos operacionais crescentes e novas barreiras regulatórias pressiona empresas brasileiras a anteciparem ajustes estruturais para continuar competitivas. 

Segundo Thiago Oliveira, CEO da Saygo e especialista em operações internacionais, o movimento exige preparação imediata. “As empresas que entrarem em 2026 com a mesma lógica de operação de 2024 e 2025 vão perder margem e previsibilidade. A mudança de rota e de exigências não é tendência, é realidade”, destaca.

As projeções de consultorias de risco e comércio global apontam que Estados Unidos e União Europeia devem ampliar mecanismos de defesa comercial no início de 2026, enquanto Ásia e Oriente Médio reforçam acordos bilaterais para escoar produção e contornar tarifas cruzadas. O Brasil, que depende do fluxo com ambos os blocos, passa a operar em um ambiente mais rígido, no qual eficiência logística, compliance e gestão cambial se tornam fatores críticos.

Oliveira, que atua há mais de duas décadas no comércio exterior e lidera uma holding especializada em câmbio, tecnologia e operações internacionais, destaca que o impacto será sentido especialmente nas empresas que ainda operam com baixa previsibilidade. “Hoje, o erro custa caro. Em um cenário de tarifas adicionais, revisões contratuais e exigências mais técnicas, quem não trabalha com dados, automação e controle de riscos tende a ficar para trás.”

A reorganização das rotas marítimas, intensificada pelos conflitos na região do Mar Vermelho e por gargalos estruturais no Canal do Panamá, deve continuar pressionando fretes e prazos no próximo ano. Relatórios recentes de armadores globais indicam que desvios de rota aumentaram o tempo médio de trânsito em até 23% em 2024 e 2025, tendência que se mantém para 2026.

Essa instabilidade reforça a adoção de plataformas integradas de gestão e análise preditiva, essenciais para reduzir riscos de atraso e evitar multas contratuais. O especialista explica que a previsibilidade operacional se tornou diferencial competitivo. “As empresas que conseguem antecipar gargalos e simular cenários conseguem negociar melhor com fornecedores, ajustar contratos e proteger margem. Isso é impossível sem dados e automação.”

A ampliação das tarifas norte-americanas  que já atingem setores como siderurgia, agroindústria e manufaturados deve provocar revisões de contratos, renegociações de preços e redirecionamento de operações para mercados alternativos. Tendências similares ocorrem na Europa, com bloqueios relacionados à rastreabilidade, sustentabilidade e governança.

A diversificação de destinos, já apontada por especialistas como caminho obrigatório, impulsiona a América do Norte (especialmente Canadá), Sudeste Asiático e Oriente Médio como destinos estratégicos para exportadores brasileiros. Empresas que dependem de um único mercado devem ampliar riscos caso não se reposicionem até o primeiro semestre de 2026.

A combinação de protecionismo e exigências ambientais faz com que a conformidade regulatória seja, pela primeira vez, um vetor tão importante quanto preço ou logística. Regras de origem, rastreamento de insumos e histórico fiscal passam a integrar critérios de acesso a mercados, especialmente na União Européia, movimento que tende a se expandir para outros blocos.

Thiago Oliveira reforça que esse ponto é subestimado por empresas de médio porte. “A maior parte das operações que travam não travam por tarifa, mas por documentação. Uma classificação fiscal errada ou um laudo incompleto pode custar o embarque inteiro. E isso deve se intensificar em 2026.”

Com a expectativa de volatilidade contínua do dólar em 2026, empresas terão de operar com mecanismos de hedge, contratos a termo e projeções integradas ao fluxo de caixa. O objetivo passa a ser estabilidade operacional, não apenas redução pontual de custos.

Especialistas defendem três movimentos imediatos para enfrentar 2026:

  1. Reestruturar contratos internacionais com cláusulas de flexibilidade cambial e logística.
  2. Mapear mercados alternativos para reduzir exposição a tarifas e riscos geopolíticos.
  3. Digitalizar processos operacionais para diminuir erros, agilizar compliance e aumentar previsibilidade.

Oliveira sintetiza: “2026 será o ano em que sobreviverá quem se antecipar. Os movimentos globais estão claros. O desafio é tirar da gaveta o planejamento e transformar em execução.”


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Sobre a Saygo

A Saygo é uma holding brasileira especializada em comércio exterior, formada pela unificação da Proseftur Assessoria em Comércio Exterior e da Zebra Corretora de Câmbio. Com mais de 23 anos de experiência, a empresa oferece soluções integradas para importadores e exportadores, abrangendo assessoria em operações internacionais, serviços cambiais e desenvolvimento de tecnologias para otimização de processos globais. Seu compromisso é auxiliar empresas a ingressarem e expandirem suas atividades no mercado internacional, proporcionando estratégias inovadoras e suporte especializado. 

Sobre Thiago Oliveira

Thiago iniciou sua trajetória empreendedora há mais de 20 anos. Com um Monza e dinheiro emprestado, fundou seu primeiro negócio em logística, que anos depois seria vendido por milhões de dólares. Tornou-se sócio da maior aceleradora de startups da América Latina, a ACE, e do maior Venture Capital da região, a Bossa Nova Investimentos.

Ao identificar os desafios enfrentados por importadores e exportadores no fechamento de câmbio, fundou a corretora de câmbio do grupo, inicialmente chamada Zebra e agora Saygo Câmbio, transformando o setor. Além de empreendedor, é mentor e conselheiro de diversas empresas e cofundador da Oliveira Foundation, ONG que já impactou mais de 100 mil crianças em países de língua portuguesa. Seu foco está em soluções cambiais, desenvolvimento tecnológico e estratégias para expansão internacional de empresas.


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DIEX MIDIA

DIEX MIDIA, empresa especializada em soluções de Event Media® e mídia digital para eventos, anuncia, em parceria com a DAZAIN Studio, o lançamento do ZELFI, um aplicativo “fan-tech” que coloca o público no centro da experiência dos eventos, transformando participantes em protagonistas ativos da narrativa.

Desenvolvido para atender à crescente demanda por experiências mais interativas, conectadas e memoráveis, o ZELFI permite que selfies enviadas pelos participantes sejam exibidas em tempo real em telas, palcos, totens, telões e demais ativos de mídia digital presentes no evento, além de possibilitar a amplificação desse conteúdo nas redes sociais.

As soluções "fan-tech" permitem aprimorar e impulsionar o engajamento dos fãs com o uso de tecnologia. A premissa fundamental é transformar os públicos passivos em participantes ativos e construir conexões emocionais mais profundas e significativas entre os fãs e seus times, seus ídolos, suas marcas favoritas presentes nos eventos.

Com interface simples, intuitiva e totalmente integrada ao ambiente do evento, o ZELFI cria um palco digital coletivo, estimulando a interação, o engajamento e a geração de conteúdo espontâneo. A solução potencializa a experiência do público ao transformar momentos individuais em experiências compartilhadas, ampliando o impacto emocional e visual do evento.

Para o usuário final, o ZELFI oferece uma experiência rápida e intuitiva, permitindo que cada participante apareça em todas as telas do evento, e registre momentos em tempo real, participando de ações dinâmicas gamificadas e levar consigo memórias digitais únicas da experiência vivida.

Para organizadores e promotores, o ZELFI oferece benefícios estratégicos como o aumento do engajamento do público, maior tempo de permanência nos eventos e a geração de UGC (User Generated Content – Conteúdo Gerado pelo Usuário), ativo cada vez mais relevante para marcas e patrocinadores. A plataforma também possibilita, de forma opcional e mediante consentimento (opt-in), a coleta de dados, abrindo oportunidades para ativações personalizadas, inteligência de audiência e novos modelos de monetização. Além disso, o compartilhamento orgânico do conteúdo nas redes sociais dos próprios participantes amplia o alcance desses eventos, reforçando sua visibilidade, relevância e impacto para marcas, patrocinadores e parceiros.

Segundo Juan Pablo De VeraCEO da DIEX MIDIA“o ZELFI nasce com o propósito de colocar o público no centro da experiência. Em um cenário em que os eventos precisam ser cada vez mais interativos e conectados, a solução combina tecnologia, simplicidade e emoção para criar novas formas de interação entre pessoas, marcas e momentos.”

Para Alan Morais, Co-fundador da Dazain Studio, “o ZELFI surge como uma resposta ao excesso de ruído do nosso tempo: ele não disputa atenção, cria presença. Em vez de acelerar, convida à pausa; em vez de observar de fora, puxa o participante para dentro da experiência. O ZELFI transforma tecnologia em encontro, registrando não apenas imagens, mas estados, conexões e memórias que fazem sentido porque foram vividas por inteiro uma visão de futuro onde a inovação não afasta, aproxima, e a tecnologia existe para tornar o agora mais humano”.

O ZELFI já está disponível para implantação em feiras de negócios, eventos corporativos, festivais, shows e experiências esportivas, integrando-se aos circuitos de mídia digital e soluções de Event Media® da DIEX MIDIA


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Sobre a DIEX MIDIA

Referência nacional no conceito de Event Media®, a DIEX MIDIA integra o DOOH ao universo de eventos e entretenimento, criando experiências imersivas, sustentáveis e de alto valor para marcas e públicos. Em colaboração com produtores, agências e centros de convenções, a empresa lidera o maior circuito de mídia digital para eventos presenciais no Brasil, com presença em congressos, exposições, eventos esportivos e grandes festivais.

Site: www.diexmidia.com 


A Dazain Studio nasce da crença de que o futuro não será lembrado pelas tecnologias que usamos, mas pelas experiências que nos atravessam. Criamos ativações, narrativas e sistemas imersivos que transformam marcas em vivências e público em protagonista, desenhando experiências onde inovação, emoção e propósito coexistem. Para nós, tecnologia não é o fim, é o meio para provocar presença, conexão genuína e momentos que permanecem muito além do evento.

Site: www.dazain.digital 

 


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Marmomac Brazil 2026

 

 Exposição convida o público a vivenciar o percurso das rochas naturais, da origem à inovação

Reconhecida como uma das principais plataformas globais de negócios, conteúdo e inovação para o setor de pedras naturais, a segunda edição da Marmomac Brazil dá um novo passo em sua proposta de ampliar a percepção sobre o valor estratégico das rochas naturais. A feira, que será realizada de 24 a 26 de fevereiro, no Distrito Anhembi, na capital paulista, apresentará a exposição imersiva “Natural Stone: a force of nature” como um dos projetos especiais na grade para profissionais da indústria, arquitetura, design, tecnologia e inovação.

Concebida como uma experiência sensorial e educativa, a exposição propõe uma leitura ampliada sobre o universo das rochas naturais, conectando conhecimento técnico, narrativa visual e design expositivo. A iniciativa reforça o propósito da Marmomac Brazil de transformar a forma como o setor — e o público em geral — enxerga os materiais naturais.

A mostra é estruturada em quatro atos — origem, extração, transformação e inovação — que conduzem o visitante por toda a jornada da pedra natural. O percurso começa na formação geológica do material, avança pelos processos de extração e beneficiamento e culmina nas aplicações contemporâneas que unem tecnologia, criatividade e inovação. Cada etapa foi pensada para explicar, valorizar e tornar tangível a complexidade e o potencial das rochas naturais ao longo da cadeia de valor.

“Natural Stone: a force of nature” integra o portfólio de projetos especiais da Marmomac Brazil, desenvolvido para tornar a experiência do visitante mais envolvente e, ao mesmo tempo, ampliar os resultados alcançados pelos expositores. Os projetos foram estruturados a partir de três pilares centrais do evento — negócios e networking, arquitetura e design, e tecnologia e inovação — e oferecem oportunidades qualificadas de posicionamento de marca em ambientes de alto impacto visual e conceitual.

Ao propor uma narrativa que é, ao mesmo tempo, acessível e aprofundada, a exposição busca dialogar não apenas com profissionais que já conhecem o setor, mas também com novos públicos e mercados estratégicos. “A iniciativa reforça a vocação da Marmomac Brazil como um evento que vai além da exposição comercial, atuando como plataforma de conhecimento, inspiração e conexão entre indústria, arquitetura, design e inovação”, diz Flavia Milaneze, CEO da Milanez & Milaneze, empresa responsável pela realização da feira, que tem apoio e promoção da Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) e do Sindicato da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcário do Estado do Espírito Santo (Sindirochas).


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Serviço – Marmomac Brazil 2026
Data: 24 a 26 de fevereiro de 2026
Local: Pavilhão de Exposições do Distrito Anhembi – São Paulo, SP

Horário: 10h às 19h

Inscrições aqui


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Wine South America 2026

 

Feira projeta crescimento e destaca expansão dos espumantes, alta dos vinhos sem álcool e consolidação dos brancos no Brasil 

Compradores profissionais do setor vitivinícola já podem realizar o credenciamento para participar da Wine South America 2026, que acontece de 12 a 14 de maio, em Bento Gonçalves (RS). A feira, considerada uma das principais plataformas de negócios do vinho nas Américas, abre as inscrições em um momento de forte expansão do mercado brasileiro e de consolidação de novas tendências que marcarão presença na próxima edição. O credenciamento está disponível desde o dia 1º de dezembro, no site da feira - winesa.com.br.

Com histórico de resultados expressivos, já que só em 2025 foram mais de 7 mil compradores, R$ 100 milhões em negócios e 20% de crescimento no número de marcas expositoras, a WSA se prepara para ampliar novamente sua relevância internacional. Entre as novidades, está a confirmação da Nova Zelândia como novo país expositor, ao lado da expansão já anunciada de Portugal, Itália, Espanha, Grécia e dos tradicionais produtores da América do Sul.

A Wine South America também projeta expansão no número de expositores nacionais. Em 2025, foram 200 vinícolas brasileiras de diversas regiões produtoras. “A cada edição, a WSA cresce em relevância. Nosso foco é fortalecer o ambiente de negócios e ampliar o alcance nacional e internacional da feira”, destaca Marcos Milanez, diretor do evento. A feira é destinada exclusivamente ao público B2B, como varejistas, distribuidores, supermercadistas, importadores e exportadores, e-commerce, sommeliers e compradores especializados.

Tendências que vão dominar o mercado em 2026

Por ser realizada no primeiro semestre do ano, a WSA tem como diferencial o planejamento das negociações para o inverno, que é um dos períodos mais relevantes para o consumo de vinhos no Brasil. Outro ponto importante é que essa edição ocorre no momento em que o mercado brasileiro vive um ciclo de crescimento sólido e consistente. “O Brasil já representa cerca de 64% de todas as importações de vinhos da América Latina e mantém um ritmo acelerado, mesmo em um cenário macroeconômico desafiador. Em 2024, o setor cresceu 7,9%, e em 2025 registra alta acumulada de 12% em valor até agosto. Para 2026, veremos um mercado muito mais estruturado, dinâmico e em expansão”, avalia Diego Bertolini, especialista com mais de 25 anos de experiência no setor.

A antecipação de tendências figura ainda como outra característica constante da WSA, que conta sempre com palestras de mercado, masterclasses e degustações de alta qualidade. Bertolini, que também é curador de conteúdo da feira, e Milanez, diretor da WSA, destacam tendências fundamentais do setor que devem ganhar protagonismo na edição de 2026:

  1. Crescimento dos vinhos sem álcool - Entre 2023 e 2025, a proporção de brasileiros que não consomem álcool subiu de 55% para 64%, revelou recentemente a sétima edição do Panorama Álcool e a Saúde dos Brasileiros. Esse crescimento está diretamente ligado ao comportamento dos jovens adultos, com idades entre 18 e 34 anos. Essa faixa etária impulsionou a tendência nacional e deve seguir em crescimento nos próximos anos.
  2. Expansão dos espumantes, com protagonismo brasileiro - A categoria cresce dois dígitos e continua sendo um dos motores do mercado. O espumante brasileiro se consolida como protagonista, impulsionado pela qualidade crescente, pela boa relação valor–benefício e pela aderência ao clima e aos hábitos do consumidor
  3. Fortalecimento do enoturismo - A experiência nas vinícolas é hoje o principal ponto de contato entre marca e consumidor, fortalecendo recorrência e fidelização. Cada vez mais estruturado, o enoturismo brasileiro deixou de ser apenas um passeio e se tornou uma estratégia comercial decisiva. Para 2026, a expectativa é de que mais produtores invistam em hospitalidade, serviços integrados e ambientes instagramáveis, ampliando o relacionamento de longo prazo com o público
  4.  A consolidação dos vinhos brancos como tendência nacional - Os brancos atravessam um momento de grande ascensão: em 2024, a categoria representou 26% do mercado, conforme dados da Ideal BI. Em 2020, esse índice era de 20%.  O estilo leve e fresco combina com o clima brasileiro e amplia a base de consumidores.
  5. Crescimento do canal especializado e do digital - O mercado brasileiro passa por uma descentralização: lojas independentes, wine bars, clubes híbridos e pequenos varejistas especializados crescem e se profissionalizam rapidamente. Paralelamente, o canal online já responde por cerca de 20% dos negócios e continuará sendo pilar estratégico, especialmente para vinícolas de pequeno e médio porte.

Bertolini também reforça que a presença na WSA é estratégica para quem atua no setor, pois a feira é uma oportunidade de atualização profissional e expansão de portfólio. “A WSA é a principal plataforma de negócios do mercado de vinhos no Brasil. É onde estão os principais produtores, importadores, distribuidores e decisores do setor. Em 2026, estar na WSA é estar na linha de frente das transformações do setor”, resume.


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Sobre a Wine South America

A Wine South America ocorre de 12 a 14 de maio, na Serra Gaúcha. A região é a maior produtora de vinhos e espumantes do Brasil. A cidade de Bento Gonçalves, sede do evento, é conhecida como a capital brasileira da uva e do vinho e contempla a importante denominação de origem (DO) Vale dos Vinhedos. O município de Pinto Bandeira, que fica a poucos quilômetros de Bento Gonçalves, conta também com a certificação de Denominação de Origem de Espumantes, tornando-se a primeira DO de espumantes do Novo Mundo. A WSA reunirá em único ambiente mais de 400 marcas nacionais e internacionais, oferecendo um amplo espaço para a realização de grandes negócios dentro de toda a cadeia vitivinícola. A Wine South America é ideal para estreitar relacionamentos e ver de perto a maior concentração de vinhos da América Latina.


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